CLINICA SANTA MONICA

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quarta-feira, 29 de março de 2017

Força-tarefa busca solução para desafogar pátio do CIOPS

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A preocupação com veículos que estão no pátio e entorno do CIOPS que já foi alvo de muitas críticas por parte da comunidade foi discutida em reunião nesta segunda-feira (27) ocorrida no Fórum de Águas Lindas.
Participaram da reunião o prefeito Hildo do Candango, o chefe de gabinete Rubens Cardoso, o presidente da Câmara Municipal de Águas Lindas, vereador Rogemberg Barbosa, o delegado titular da 17ª Regional da Polícia Civil Fernando Gama, o Titular da 1º DP de Águas Lindas, Dr. Rodrigo, a titular da 2ª Vara Criminal de Águas Lindas juíza Sylvia Amado Pinto Monteiro e a diretora do Fórum titular da 1ª Vara Crimina a juíza Cláudia Silvia de Andrade Freitas.
Na oportunidade foram discutidas as providências que deverão ser tomadas para desafogar o espaço do CIOPS e região adjacente, do acumulo de veículos apreendidos envolvidos em sinistros. Estes veículos vêm causando transtornos para os moradores das áreas próximas e se tornam um perigo a saúde pública em virtude do acúmulo de água e proliferação de mosquitos.
De fato, será realizado um esforço para que os proprietários sejam localizados e notificados acerca da retirada dos automóveis, caso a medida não seja tomada, os veículos serão repassados ao Governo do Estado de Goiás para os procedimentos de Leilão.
Da Assessoria de Comunicação da Prefeitura
Fotos: ASCOM

terça-feira, 28 de março de 2017

Jefferson Santos Intensifica Pré Campanha a Deputado Estadual visita varias cidades e recebe apoios

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Por Moisés Tavares

O pré candidato a Deputado Estadual, filiado ao  PMB, Jefferson Santos está levando a sério este momento e tem intensificado o trabalho na busca de expor suas ideias e propostas ao maior  número de pessoas, para isso tem visitado vários municípios e conversado com lideranças politicas e comunitárias.
Jefferson Santos já  percorreu por quase 50 cidades e quer continuar essa missão de pré campanha  consolidando  de fato seu grupo politico no Estado e visitar mais cidades.
“É um sacrifício que vale a pena ser feito, ter que se  distanciar um pouco da família e viajar quilômetros na certeza de que se terá resultados gratificantes”, diz Jefferson Santos, que recentemente esteve no gabinete do  Deputado  Claúdio Meireles, a convite do Deputado, para falarem sobre  politica.
Jefferson acredita que a eleição de 2018 trará surpresas  e que está colocando seu nome como pré candidato neste momento por entender  que está preparado para a missão de representar o povo goiano na Assembleia Legislativa do Estado.  Sabe que não será uma campanha fácil, mas que está acostumado a enfrentar desafios e este será mais um desafio em sua vida.





Prefeitura manterá servidores cedidos para Fórum da cidade

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O prefeito Hildo do Candango participou na tarde desta segunda-feira (27) de audiência no Fórum da Comarca de Águas Lindas com servidores e juíza Cláudia Silvia de Andrade Freitas, diretora do Fórum.
O principal objetivo é a viabilização da permanência dos servidores do município que atualmente prestam serviços no Fórum da Comarca. Na oportunidade o prefeito Hildo do Candango destacou a importância do Judiciário na manutenção da Lei e dos trabalhos, bem como o equilíbrio necessário para uma sociedade justa e igualitária.
“É a contrapartida do nosso município para a manutenção dos serviços do judiciário de nosso município. É de muito valia que a prestação seja a cada dia melhorado e com a capacidade de nossos servidores, tenho certeza que esta meta será atingida. Quem ganha e toda a população”, disse o prefeito.
A diretora do Fórum de Águas Lindas, a juíza Cláudia Silvia destacou a importância do trabalho diário destes servidores, e que buscou também junto ao Tribunal de Contas dos Municípios (TCM) informações para a manutenção de seus serviços junto ao Fórum. “O nosso fórum tem a necessidade destes servidores, para isto buscamos informações junto ao TCM, onde a atual gestão foi elogiada pela forma transparente e séria que está sendo conduzida, isto nos deixou felizes com a notícia”, disse a juíza.
Os servidores do município continuarão lotados na Comarca Local prestando onde estarão à disposição do Judiciário.
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Da Assessoria de Comunicação da Prefeitura
Fotos: ASCOM

Secretaria de Educação de Águas Lindas realiza treinamento de auxiliares e secretários escolares

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O auditório da Secretaria Municipal de Educação, Ciência e Tecnologia, recebeu nos dias 23 e 24, secretários e auxiliares escolares para treinamento de procedimentos administrativos com intuito de melhorar o acompanhamento do rendimento escolar na rede municipal de ensino.
O secretário de Educação, Deusimar Macedo, destacou a importância do trabalho realizado por cada servidor frente aos desafios enfrentados na educação do município. “É muito importante o empenho de cada servidor para ofertar aos nossos alunos uma educação de qualidade. Isto está sendo visto com bons olhos por estâncias superiores que realizam aferições periódicas de nosso trabalho colocando a nossa área como destaque nos últimos anos, é nosso dever manter o ritmo”, disse o secretário.
Os procedimentos estão sendo ministrados pelo departamento de Censo Escolar da Secretaria que realiza um acompanhamento contínuo do crescimento do quantitativo de alunos, de suporte ao aluno e acompanhamento de situação problema/Aluno com foco na sua resolução.
O trabalho dos secretários e auxiliares é importante para gerar índices que embasam as políticas pedagógicas a serem aplicadas no decorrer do ano letivo.
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Da Assessoria de Comunicação da Prefeitura
Fotos: ASCOM

segunda-feira, 27 de março de 2017

Governo pode acabar com imunidade fiscal de igrejas


Governo pode acabar com imunidade fiscal de igrejas
O pedido de fim da imunidade tributária para as entidades religiosas foi incluído na página Ideia Legislativa do portal e-Cidadania do Senado Federal em de março de 2015. Dentro de poucos meses alcançou o número de 20 mil apoiadores na votação pela internet.
Ao atingir o número mínimo exigido pelo portal, essa proposta passou a ser analisada pelos senadores. Ao final do processo, ela poderá se transformar em uma PEC (Proposta de Emenda à Constituição).
Curiosamente, o texto cita apenas igrejas e não outras entidades como centros espíritas ou terreiros afro. Segundo a página do Senado, o motivo do pedido seria “os constantes escândalos financeiros que líderes religiosos protagonizam” e o fato de o Estado ser laico, por isso “qualquer organização que permite o enriquecimento de seus líderes e membros deve ser tributada

De tramitação lenta, dois anos depois de proposto, o projeto de iniciativa popular ainda aguarda o parecer do relator, senador José Medeiros (PSD/MT), na Comissão de Direitos Humanos.
Em entrevista à Agência do Senado, ele afirmou: “Nós estamos preparando o relatório, ouvindo pessoas de ambas as partes, construindo, mas não definimos ainda a linha que sairá o relatório(…) Há argumentos de que as igrejas usam isso para enriquecer seus comandantes. Outros argumentos de que as igrejas prestam um relevante serviço social e que as igrejas fazem parte do papel que é do Estado, levando cursos de formação, apoio psicológico e outros. Não temos ainda formada a convicção a respeito do tema”.
A divisão das opiniões pode ser percebida no próprio site do Senado, onde uma votação online mostra um empate virtual entre o “sim” e o “não”.
Curiosamente, também tramita no Congresso uma Proposta de Emenda Constitucional (PEC 100/16) do ex-senador Marcelo Crivella, hoje prefeito do Rio que pede a extensão da isenção de IPTU aos imóveis alugados pelas igrejas. O projeto já foi aprovado no Senado e está pronto para ser votado na Câmara.
Porém, em meio aos debates sobre a Reforma da Previdência, a pauta não deverá deixar a gaveta tão cedo.

Deputados também estudam o tema

Além do Senado, a Câmara dos Deputados quer aproveitar a discussão da reforma da Previdência para reavaliar isenções tributárias que representariam um terço do rombo previsto para as contas do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social) em 2017.
Há uma renúncia de R$ 62,5 bilhões em contribuições por causa de isenções garantidas por lei a pequenos empresários, indústrias, entidades filantrópicas e produtores rurais. Entre os principais alvos dos deputados estariam as isenções concedidas a igrejas e instituições de ensino religiosas, garante a Folha de São Paulo.
Essa também é uma bandeira das centrais sindicais, que veem nisso uma forma de aliviar as mudanças que atingirão os trabalhadores, caso seja aprovada a proposta de reforma previdenciária do governo (PEC 287).
Sem se posicionar oficialmente sobre o tema, nos bastidores o governo estimula parlamentares a iniciar a discussão do tema. Além de igrejas, poderão ser atingidos instituições filantrópicas (creches, hospitais e instituições de ensino), sendo que a maioria delas são religiosas. Ou seja, todos os projetos sociais mantidos por igrejas seriam prejudicados.
O deputado Arthur Oliveira Maia (PPS/BA), o relator da PEC 287, em entrevista recente afirmou que incluirá o fim das isenções fiscais para entidades filantrópicas. Segundo ele, com as desonerações, um total R$ 12,45 bilhões deixará de ser arrecadado este ano, fato que colabora para o déficit da seguridade social.

Contrapartida supera custos

Segundo o Fórum Nacional das Instituições Filantrópicas (Fonif), a contrapartida do setor filantrópico para o Brasil supera o seu custo para o Governo Federal. Um dado precisa ser levado em consideração, argumenta: para cada R$1,00 de imunidade recebida, as filantrópicas retornam R$5,92 ao Poder Público. Ainda de acordo com o levantamento, o valor atualmente renunciado representa apenas 3% da receita da Previdência.
O advogado Gilberto Luiz do Amaral, presidente do Conselho Superior do Instituto Brasileiro de Planejamento e Tributação, acredita que a imunidade fiscal para as igrejas é parcial. “Não se pode atacar o todo com a premissa de que alguns usam a religião como atividade econômica. Partidos políticos também têm imunidade. Uma revisão constitucional não deveria servir só para os templos”, assevera.

Fiscalização dos Dízimos

O fim da tributação de igrejas não é a única lei nesse sentido no Congresso. Um projeto de Lei do deputado federal Chico Alencar (PSOL/RJ), quer a fiscalização sobre dízimos e ofertas entregues nas igrejas.
A justificativa de Alencar, cujo partido tem um histórico de embates com os evangélicos, seria impedir que as igrejas sejam usadas para lavagem de dinheiro e sonegação de impostos.
O texto do projeto de lei PL 725/15, disponível no site da Câmara, afirma: “O projeto visa a possibilitar a correção de uma lacuna do Código Civil, especialmente no que tange às organizações religiosas. Embora haja a norma do Art. 44 do Código Civil que garanta, corretamente, que a forma de organização das entidades religiosas não sofrerá interferência do Estado, se tem percebido nos últimos anos que algumas igrejas têm sido utilizadas, por pessoas inescrupulosas, como pontos de lavagem de dinheiro ilícito e evasão de divisas”.
por Jarbas Aragão

Evangélicos podem se unir em torno de Bolsonaro, diz especialista

Evangélicos podem se unir em torno de Bolsonaro, diz especialista
Nas últimas eleições presidenciais, a candidatura do Pastor Everaldo (PSC) à presidência apesar da votação baixa, acabou sendo um marco na história política dos evangélicos. Pela primeira vez alguém usando um título eclesiástico se lançava na conquista do cargo mais alto do executivo.
Há décadas líderes religiosos são eleitos para postos no legislativo. Agora estudiosos acreditam que poderão se consolidar mais projetos políticos construídos por setores evangélicos.
Christina Vital, antropóloga da Universidade Federal Fluminense (UFF), autora do livro Religião e Política: medos sociais, extremismo religioso e as eleições de 2014, defendeu à agência de notícias DW que deverá haver uma “moderação” no tom para as próximas eleições presidenciais, ano que vem.
“Para vencer é preciso moderar e falar para a sociedade de um modo mais geral”, garante.
“Temos uma formação cultural e um jeito de fazer política cujo referencial é católico. Quando os evangélicos se apresentam na política, em todo o tempo eles estão lidando com esse elemento cultural”, explica a especialista.
Para ela, a eleição de Marcelo Crivella a prefeito do Rio de Janeiro é um exemplo disso. “O senador tinha uma fala acolhedora e pautada na gestão eficiente. Ele fez alianças muito amplas com diferentes setores da sociedade”, resume.
Mas um dos pontos principais é que ele não fez uma apresentação religiosa de sua candidatura, embora não negasse sua vinculação religiosa. Com isso conseguiu conquistar os eleitores não evangélicos.
Vital acredita que possa haver uma “unidade evangélica” em torno da candidatura do deputado federal Jair Bolsonaro. “Sua candidatura visa produzir uma unidade evangélica em torno de seu nome. A novidade é que as lideranças evangélicas de diferentes denominações têm tentado aparar essas arestas e esta competição institucional em nome de “um bem maior”, analisa.
Segundo a antropóloga, existem outras barreiras a serem vencidas. “Temos uma formação cultural e um jeito de fazer política cujo referencial é católico. Quando os evangélicos se apresentam na política, em todo o tempo eles estão lidando com esse elemento cultural.”
Olhando-se para os números, embora seja sabido que evangélicos nem sempre votam em evangélicos, é preciso lembrar que eles são mais numerosos na Classe C e hoje possuem o maior número de eleitores, cerca de 54% do eleitorado.
Isso pode mudará mudar o perfil dos políticos no próximo pleito, uma vez que essa camada da sociedade “formada num seio religioso privilegia o empreendedorismo, a meritocracia, as conquistas individuais e tem aspirações burguesas”.
Outro aspecto a ser levado em conta é o perfil conservador da maioria da população brasileira. 
por Jarbas Aragão
Com informações Valor

Secretário de Obras Dinando, acompanha recuperação asfáltica no Bairro Jardim Brasília 2

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Por Moisés Tavares

O secretário de Obras , José Fernando, mais conhecido como Dinando, vem com o passar dos dias mostrando um diferencial nas suas ações pela cidade.
Dinando acompanha de perto os serviços que tem sido realizados pelas equipes de trabalho da secretaria de obras. Outra coisa que tem chamado a atenção, é a presteza e a agilidade em atender as demandas da comunidade.

O secretario recebe os pedidos de serviço feitos pelo  povo que são encaminhados á secretaria e  já toma providencias para que os mesmos sejam executados.

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sábado, 25 de março de 2017

Estudo prevê extinção de um terço de espécies nativas do Cerrado em 30 anos


Estudo prevê extinção de um terço de espécies nativas do Cerrado em 30 anos
A razão para isso é que há 4.600 espécies de plantas endêmicas no bioma, que não existem em nenhum outro lugar do planeta

Por Agência Brasil Foto: Reprodução / Divulgação/Marcelo Camargo/Agência Brasil -

Estudo internacional, coordenado por pesquisadores brasileiros e publicado hoje (23) na revista Nature Ecology and Evolution, aponta perda significativa de espécies nativas do Cerrado nos próximos 30 anos se o ritmo atual de desmatamento do bioma continuar. A razão para isso é que há 4.600 espécies de plantas endêmicas no bioma, que não existem em nenhum outro lugar do planeta. Os pesquisadores projetam um quadro de extinções de espécies de grande magnitude se nada for feito.


Eles estimam que até 1.140 espécies podem desaparecer pelo desmatamento acumulado. “Esse é um número oito vezes maior do que todas as espécies registradas como extintas no mundo até hoje”, disse o coordenador da pesquisa, Bernardo Strassburg. Desde o ano de 1.500, quando foram feitos os primeiros registros das espécies de plantas no planeta, 139 foram declaradas oficialmente extintas.

Segundo Strassburg, o Cerrado já perdeu metade da área original. “Se tudo continuar no cenário que a gente chama de tendencial, vai perder um terço do que sobrou nas próximas três décadas”. O Cerrado já perdeu 88 milhões de hectares, o equivalente a 46% da cobertura nativa.

Isso gera problemas ambientais de diversas naturezas. A crise hídrica que a Região Centro-Oeste, onde se situa o Distrito Federal, enfrenta no momento seria agravada pela falta do bioma e também haveria a emissão de gases de efeito estufa de 8,5 bilhões de toneladas de gás carbônico. “Isso tudo seria consequência direta do desmatamento projetado para os próximos 30 anos”, disse Strassburg.

Secretário executivo do Instituto Internacional para a Sustentabilidade e coordenador do Centro de Ciências para a Conservação e Sustentabilidade da Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-Rio), Strassburg destacou que o Cerrado é um hotspot mundial de biodiversidade (região biogeográfica que é simultaneamente uma reserva de biodiversidade e pode estar ameaçada de destruição).

Segundo a pesquisa, esse cenário pode ser evitado sem comprometer o aumento da produção agrícola programado, que projeta em torno de 15 milhões de hectares de expansão de soja e cana-de-açúcar nos próximos 30 anos no Cerrado.

“Isso tudo pode ocorrer, desde que dentro de áreas já desmatadas, que hoje são usadas como pastagens de baixa produtividade. Você melhora a produtividade de pastagens em outros locais, libera algumas pastagens para soja e cana, faz toda essa expansão. Esses 15 milhões de hectares cabem na metade do Cerrado que já foi desmatada sem necessidade de desmatamento adicional”, ressalta.

De acordo com Strassburg, o Código Florestal Brasileiro estima que os fazendeiros terão que restaurar 6 milhões de hectares, o equivalente a 6 milhões de campos de futebol, caso queiram ficar em conformidade com a lei. O artigo da revista mostra, ainda, que restaurar esse volume de vegetação nativa é bom, mas que, se isso for feito nas áreas otimizadas para proteção das espécies, será possível evitar 83% desse quadro projetado.

“Ou seja, se você expande a agricultura para áreas já desmatadas e restaura o Cerrado nas áreas mais importantes para as espécies, você consegue evitar 83% do quadro projetado”, disse o pesquisador.

O estudo cita um conjunto de oito políticas públicas e privadas existentes, algumas em aplicação no Cerrado e outras na Amazônia, mas sugere que algumas delas, como o caso da Moratória da Soja, por exemplo, deveriam ser estendidas para o Cerrado. Strassburg ressaltou, porém, que esse mix de políticas precisa ser coordenado entre si e financiado de forma apropriada.

Além da Moratória da Soja, implantada na Amazônia, que praticamente eliminou a conversão direta de áreas de floresta para o cultivo da soja na região, as políticas em vigor incluem a expansão da rede de áreas protegidas, uma vez que o Cerrado tem hoje menos de 10% de sua área protegida em unidades de conservação. Para Strassburg, também é importante aumentar o financiamento para conservação, inclusive com verbas oriundas de projetos de combate às mudanças climáticas.

Ele acrescentou que, além disso, políticas nacionais, estaduais e municipais diretamente focadas na preservação de espécies ameaçadas precisam ser fortalecidas. Strassburg citou o Plano de Agricultura de Baixo Carbono, do Ministério da Agricultura, que poderia ser implementado em maior escala, com a preocupação de orientar a expansão da soja e da cana para áreas já desmatadas e melhorar a pecuária em outras áreas.

Para tudo isso funcionar, Strassburg considera essencial um planejamento espacial estratégico para identificar as áreas prioritárias para a conservação e restauração da vegetação nativa e aquelas em que a expansão da agricultura teria menor impacto no meio ambiente, além de serem boas para a atividade agrícola.

O estudo conta com a parceria dos ministérios do Meio Ambiente (MMA) e da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações.

O diretor do Departamento de Conservação de Ecossistemas do MMA, Carlos Alberto de Mattos Scaramuzza, é um dos autores do artigo e, segundo Strassburg, espera que o trabalho seja útil para a formulação de políticas públicas ambientais no país e também para mobilizar o apoio necessário para a preservação do Cerrado.

Lista especulativa-- 59 favoritos para deputado estadual em Goiás na eleição de 2018

Com o apoio de lideranças partidárias do PMDB, do PSDB, do PPS, do PSD, do PP, do PT, do PHS, do PSL, do PSB e do PTN, o Jornal Opção elaborou uma lista dos 59 favoritos para deputado estadual em 2018 (só 41 serão eleitos). Todos admitem que, a 18 meses das eleições, não é possível elaborar uma lista consistente. Há projetos que podem ser mudados. O presidente da Assembleia Legislativa, José Vitti (PSDB), tanto pode disputar mandato de deputado federal quanto de deputado estadual. O vereador Antônio Gomide (PT) pode ser vice de Daniel Vilela, um dos pré-candidatos do PMDB a governador de Goiás, ou postular mandato de deputado estadual ou de deputado federal. E há as surpresas de sempre. Alguém que sai candidato de uma cidade do interior, sendo absolutamente desconhecido, e se elege — como Lissauer Vieira, do PSB de Rio Verde, em 2014. Os eleitores que elaboraram a lista disseram que Catalão, Jataí e Aparecida de Goiânia devem eleger ao menos um ou dois deputados, mas raramente souberam dizer seus nomes. Priscila Tejota, do PSD, se candidata, é apontada como “fortíssima”, mas poderia atrapalhar as dobradinhas de seu marido, Lincoln Tejota (disputará mandato de deputado federal), do PSD, com outros postulantes. Por isso, os líderes optaram por não citá-la. A seguir a lista, em ordem alfabética.
1 — Adriana Accorsi/PT;
2 — Adriete Elias/PMDB;
3 — Agenor Mariano/PMDB;
4 — Alison Maia/DEM;
5 — Andrey Azeredo/PMDB;
6 — Bruno Peixoto/PMDB;
7 — Carlim Café/PSB;
8 — Carlos Antônio/PSDB;
9 — Charles Bento/PRTB;
10 — Chiquinho Oliveira/PSDB;
11 — Cláudio Meirelles/PR;
12 — Clécio Alves/PMDB;
13 — Kleybe Morais/PSDC;
14 — Cleudes Baré/PSDB;
15 — Cristina Lopes/PSDB;
16 — Dária Rodrigues/PP;
17 — Diogo Sorgatto/PSB;
18 — Eliane Pinheiro/PMN;
19 — Elias Vaz/PSB;
20 — Flávia Morais/PDT;
21 — Francisco Júnior/PSD;
22 — Gleison Cabrini/PSDB;
23 — Gugu Nader/PSB;
24 — Gustavo Sebba/PSDB;
25 — Helio de Sousa/PSDB;
26 — Henrique Arantes/PTB;
27 — Henrique César/PSDB;
28 — Humberto Aidar/PT;
29 — Isaura Lemos/PC do B;
30 — Issy Quinan/PP;
31 — José Vitti/PSDB;
32 — Júlio da Retífica/PSDB;
33 — Laudenir Lemes/PSD;
34 — Lêda Borges/PSDB;
35 — Lissauer Vieira/PSB;
36 — Lívio Luciano/PMDB;
37 — Lucas Calil/PSL;
38 — Luis Cesar Bueno/PT;
39 — Marcos Abrão/PPS;
40 — Marlúcio Pereira/PTB;
41 — Marquinho do Privê/PSDB;
42 — Max Menezes/PSD;
43 — Nédio Leite/PSDB;
44 — Ozair José;
45 — Ozeias Varão/PSB;
46 — Pastor Jefferson/PRB;
47 — Paulinho Sérgio/PSDB;
48 — Paulo Cezar Martins/PMDB;
49 — Samuel Almeida/PHS;
50 — Santana Gomes/PSL;
51 — Silvio Rodrigues/DEM;
52 — Simeyzon Silveira/PSC;
53 — Tales Barreto/PSDB;
54 — Thiago Maggioni/PSDB;
55 — Valério Luiz Filho/PSD;
56 — Vanuza Valadares/PMDB;
57 — Vinicius Cirqueira/Pros;
58 — Virmondes Cruvinel/PPS;
59 — Zander Fábio/PEN.

Fonte: Jornal Opção

Em São Paulo, Pastor Daniel de Castro Participa da Convenção das Assembleias de Deus Ministério de Madureira


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O pastor Daniel de Castro está em São Paulo participando da Convenção Nacional das Assembleias de Deus. O  evento que reúne pastores  de todo o Brasil .
Mais de sete mil participam da Convenção Nacional das Assembleias de Deus no Brasil – Ministério de Madureira (CONAMAD). O é no  templo sede da Assembleia de Deus no Brás, em São Paulo.
A 39ª Assembleia Geral Ordinária tem como tema “Nossa maior conquista é, em unidade, semear a paz”, tendo como divisa “O Ministério de Madureira é uma unidade indivisível”, baseada na passagem bíblica de João: “Para que todos sejam um, como Tu, ó Pai, o és em Mim, e eu em Ti; que também eles sejam um em nós”.
Além da eleição da nova mesa diretora para o quadriênio 2017 a 2021, nos encontros que ocorrerão até o próximo sábado (25), serão discutidos e votados temas pré-determinados de situações concernentes as igrejas de Madureira no Brasil e exterior. As comissões, formadas pelos pastores, avaliarão temas como: a importância da saúde psíquica do obreiro; resgatando as doutrinas da Salvação e a obra missionária.
Também será realizada a reafirmação do sigilo de confissão que serão submetidos ao presidente e aos demais convencionais, para aprovação ou rejeição dos relatórios.
Pastor Samuel Ferreira, presidente executivo da CONAMAD, será o anfitrião da maior convenção nacional realizada pelo Ministério de Madureira, que já conta com caravanas vindas de todo o país.
O governador do Estado de São Paulo, Geraldo Alckmin, e o prefeito da capital paulista, João Doria Jr, estarão presentes na convenção.
Ministério de Madureira
A Convenção Nacional das Assembleias de Deus no Brasil – Ministério de Madureira foi fundada em 1958 e tem como objetivo promover a unidade, a paz, a harmonia, o ordenamento jurídico-eclesiástico, a disciplina e a edificação do povo de Deus.
A CONAMAD é o órgão máximo, hierárquico, deliberativo, legislativo, gerenciador e articulador da unidade e integração das Igrejas Evangélicas Assembleias de Deus – Ministério de Madureira.
Tem como presidente vitalício o bispo Manoel Ferreira e como presidente executivo o pastor Samuel Ferreira, também presidente da Convenção Estadual das Assembleias de Deus – São Paulo (Conemad-SP). Com sede em Brasília, sob seu ordenamento estão as convenções estaduais em todo o território brasileiro.
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Pastor Daniel de Castro participa da Convenção Geral das Assembleias de Deus em São Paulo

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O pastor Daniel de Castro está em São Paulo participando da Convenção Nacional das Assembleias de Deus. O  evento que reúne pastores  de todo o Brasil .
Mais de sete mil participam da Convenção Nacional das Assembleias de Deus no Brasil – Ministério de Madureira (CONAMAD). O é no  templo sede da Assembleia de Deus no Brás, em São Paulo.
A 39ª Assembleia Geral Ordinária tem como tema “Nossa maior conquista é, em unidade, semear a paz”, tendo como divisa “O Ministério de Madureira é uma unidade indivisível”, baseada na passagem bíblica de João: “Para que todos sejam um, como Tu, ó Pai, o és em Mim, e eu em Ti; que também eles sejam um em nós”.
Além da eleição da nova mesa diretora para o quadriênio 2017 a 2021, nos encontros que ocorrerão até o próximo sábado (25), serão discutidos e votados temas pré-determinados de situações concernentes as igrejas de Madureira no Brasil e exterior. As comissões, formadas pelos pastores, avaliarão temas como: a importância da saúde psíquica do obreiro; resgatando as doutrinas da Salvação e a obra missionária.
Também será realizada a reafirmação do sigilo de confissão que serão submetidos ao presidente e aos demais convencionais, para aprovação ou rejeição dos relatórios.
Pastor Samuel Ferreira, presidente executivo da CONAMAD, será o anfitrião da maior convenção nacional realizada pelo Ministério de Madureira, que já conta com caravanas vindas de todo o país.
O governador do Estado de São Paulo, Geraldo Alckmin, e o prefeito da capital paulista, João Doria Jr, estarão presentes na convenção.
Ministério de Madureira
A Convenção Nacional das Assembleias de Deus no Brasil – Ministério de Madureira foi fundada em 1958 e tem como objetivo promover a unidade, a paz, a harmonia, o ordenamento jurídico-eclesiástico, a disciplina e a edificação do povo de Deus.
A CONAMAD é o órgão máximo, hierárquico, deliberativo, legislativo, gerenciador e articulador da unidade e integração das Igrejas Evangélicas Assembleias de Deus – Ministério de Madureira.
Tem como presidente vitalício o bispo Manoel Ferreira e como presidente executivo o pastor Samuel Ferreira, também presidente da Convenção Estadual das Assembleias de Deus – São Paulo (Conemad-SP). Com sede em Brasília, sob seu ordenamento estão as convenções estaduais em todo o território brasileiro.
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sexta-feira, 24 de março de 2017

Governo de Goiás--- Seduce anuncia concurso público e reajuste para temporários da Educação

 

 

Edital para professores e quadro administrativo sai até o mês de junho. Gestão também autorizou reposição da inflação para servidores temporários da pasta
A secretária de Educação, Cultura e Esporte de Goiás, Raquel Teixeira, anunciou, na manhã desta sexta-feira (24/3), em nome do governador Marconi Perillo, a realização de concurso público para professores e administrativos, solução para o Quadro Transitório do Magistério e reajuste salarial para os contratos temporários da pasta. O anúncio foi feito durante reunião com representantes do Sindicato dos Trabalhadores na Educação do Estado de Goiás (Sintego).
Raquel frisou que, apesar de todas as dificuldades impostas pela mais séria crise econômica da história do país, atender essas três reivindicações significa um esforço do governo de Goiás e um avanço muito importante para os servidores da rede estadual de educação. “A questão do concurso está, de fato, resolvida e eu considero isso uma vitória para a categoria. ”
Serão abertas 1 mil vagas, sendo 900 para professores de Matemática, Química e Física e 100 para o quadro administrativo de nível superior.  Raquel Teixeira informou que esse é apenas o início de um processo maior. “À medida em que formos substituindo os professores que estão fora de sua área de atuação, poderemos definir qual é o déficit real que temos e novos concursos serão realizados. ”
O edital deve ser publicado até o mês de junho. A secretária adiantou que o processo já está na Escola de Governo e até a próxima semana estará definida a instituição que ficará responsável pela organização do concurso. Segundo ela, esse é o primeiro passo para resolver a questão dos contratos temporários.
Sobre o reajuste para os servidores, Raquel ressaltou que o Governo de Goiás autorizou um índice para repor a inflação. “Estamos trabalhando com duas simulações para ver o que é possível fazer dentro das limitações financeiras do Estado, mas considero isso uma sinalização muito importante para que outras melhorias possam ser anunciadas. ”
Piso
Quanto ao pagamento do Piso Salarial Nacional e o Plano de Carreiras dos Administrativos, a secretária disse que ambos representam os dois maiores desafios a serem resolvidos e que já estão sendo analisados por uma comissão que inclui a Seduce e as secretarias da Fazenda e Planejamento, já que impactam diretamente na Previdência. “Estamos fazendo todo o empenho possível para encontrar logo uma solução”, explicou.
Além da secretária Raquel Teixeira e da presidente do Sintego, Bia de Lima, estavam no encontro o superintendente executivo Ivo Cézar Vilela e os superintendentes Marcos das Neves, Marcelo Jerônimo, Márcia Rocha Antunes, Regina Efigênia Rodrigues, Ralph Rangel, Solange Andrade, Rivael Aguiar Pereira, o subsecretário da regional metropolitana, Marcelo Ferreira, e representantes das subsecretarias regionais de Aparecida de Goiânia, Anápolis, Iporá e da Cidade de Goiás.

Fonte: Jornal Opção
 

Distritais criticam reforma da previdênciadência

Um dia depois de o presidente Michel Temer anunciar que a reforma da previdência dos servidores estaduais, distritais e municipais ficará a cargo dos governos estaduais e prefeituras, vários deputados distritais se manifestaram contra as mudanças, na sessão ordinária da Câmara Legislativa desta quarta-feira (22). Parlamentares do PT, PDT e Rede afirmaram que são contra a reforma e que não aceitam votar nenhuma alteração nas regras atuais.
O deputado Chico Vigilante (PT) foi o primeiro a abordar o tema e considerou a decisão do presidente uma manobra para transferir aos governadores estaduais a pressão contra as mudanças. Vigilante destacou que no interior do Brasil, os prefeitos têm total controle das câmaras municipais, o que aconteceria também em alguns estados. "Temos que ficar alertas, pois esta proposta logo deve chegar aqui na Câmara. Já adianto que votarei contra. Esta reforma é brutal e retira direitos", antecipou ele.
O deputado Prof. Reginaldo Veras (PDT) também afirmou que ele, assim como o seu partido, "é terminantemente contra a reforma da previdência". Veras lembrou que os professores estão em greve há oito dias contra a reforma e cobrando o pagamento da última parcela do reajuste salarial negociado no governo anterior. Segundo ele, a comissão de negociação da categoria será recebida na próxima sexta-feira (24) pelo secretário da Casa Civil, Sérgio Sampaio.
Outro que se manifestou contra o que chamou de "maldita" reforma da previdência foi o deputado Cláudio Abrantes (Rede). O distrital também demonstrou preocupação com o enquadramento que será dado aos policiais civis, que são pagos com recursos federais. De qualquer modo, o parlamentar garantiu que continuará mobilizando contra a reforma no Congresso e na CLDF, pois considera que ela afeta toda a sociedade.

Luís Cláudio Alves - Coordenadoria de Comunicação Social

Senado pode votar projeto alternativo sobre terceirização



O presidente do Senado, Eunício Oliveira, afirmou nesta quinta-feira (23) que o projeto que regulamenta a terceirização em análise no Senado (PLC 30/2015) pode servir como complementação à matéria sobre o mesmo tema aprovada na Câmara dos Deputados na quarta-feira (22).
O projeto que tramita no Senado é considerado uma alternativa à proposta aprovada na Câmara, tida como muito liberal por sindicatos e pela oposição. Eunício disse que pautará o projeto assim que o texto estiver pronto para votação no Plenário, lembrando que o projeto aprovado na Câmara começou a tramitar há quase duas décadas.
— Os projetos podem ser complementares. Se tiver alguma desatualização no da Câmara, obviamente o projeto do Senado pode preencher uma possível lacuna — avaliou.

Diferenças

O texto da Câmara trata da terceirização e do trabalho temporário. O projeto (PL 4302/1998), que agora segue para sanção do presidente da República, é polêmico e foi aprovado na noite dessa quarta-feira (22) sob muitos protestos, com 231 votos a favor, 188 contrários e oito abstenções. Enquanto os defensores da proposta argumentam que a medida pode modernizar a legislação trabalhista e gerar mais postos de trabalho, os críticos dizem que o projeto diminui direitos e fragiliza as relações de emprego.
O projeto amplia as possibilidades de contratação de serviço terceirizado, que poderá ser feita tanto na área meio quanto na atividade-fim. Também altera a legislação do trabalho temporário, aumentando de três para seis meses o prazo máximo para sua duração. Há ainda a possibilidade de prorrogação por 90 dias.
Já no texto do Senado, a possibilidade de terceirização fica restrita às atividades-meio — aquelas de suporte, ou secundárias, como de limpeza ou segurança. O projeto do Senado não trata do trabalho temporário.
Os deputados aprovaram uma mudança feita no Senado, ainda no início dos anos 2000, que prevê a responsabilidade subsidiária da empresa contratante em relação à terceirizada. Com isso, os bens da empresa contratante somente poderão ser penhorados pela Justiça se não houver mais bens da terceirizada para o pagamento da condenação relativa a direitos não pagos.
Já o texto que tramita no Senado estabelece a responsabilidade solidária. Ou seja, contratante e terceirizada respondem ao mesmo tempo com seus bens para o pagamento da causa trabalhista.

“Atrasado e obsoleto”

Do ex-deputado Sandro Mabel, o PLC 30/2015 tem o senador Paulo Paim (PT-RS) como relator. Na terça-feira (21), Paim classificou o projeto aprovado na Câmara como “atrasado e obsoleto” e também defendeu o projeto do qual é relator. Segundo o senador, ao contrário do projeto da Câmara, a proposta que está no Senado não permite a terceirização para área fim e garante aos terceirizados os mesmos direitos que o trabalhador contratado de forma direta.
— Nosso projeto moraliza, tira o trabalhador terceirizado do regime de semi-escravidão e traz para uma condição de primeira categoria — afirmou Paim.

Repercussão

Os senadores Randolfe Rodrigues (Rede-AP) e Antonio Carlos Valadares (PSB-SE) classificaram como "golpe" a votação de um texto antigo, de 1998, pela Câmara. Para eles, o projeto fere inúmeros direitos dos trabalhadores. Os dois senadores já preveem recursos ao Supremo Tribunal Federal (STF) caso o texto seja sancionado. Randolfe declarou que ele mesmo recorrerá à Suprema Corte contra o projeto.
— É a maior ofensa da história da classe trabalhadora brasileira pelo menos dos últimos 100 anos — lamentou Randolfe, que também é autor de um projeto sobre terceirização (PLS 339/2016).
Os senadores Jorge Viana (PT-AC) e Roberto Requião (PMDB-PR) também criticaram o texto. Requião lembrou que, especialmente no serviço público, empresas recebem "fortunas", enquanto aos trabalhadores sobram salários baixos e, muitas vezes, a falta de pagamento. Viana disse ser favorável a uma lei que regulamente a terceirização, desde que não torne ainda mais precárias as relações de trabalho.
— Muitos serviços hoje, com a modernização que nós temos, podem ser trabalhados, terceirizados e contratados com pessoas jurídicas e até de maneira temporária. Sou muito favorável a isso. Agora eu não posso concordar que a gente precarize mais ainda essa relação que temos — ponderou Viana.

Histórico

O projeto aprovado na Câmara foi apresentado pelo Executivo em março de 1998, ainda no governo Fernando Henrique Cardoso (1995-2002). Aprovado inicialmente na Câmara em dezembro do ano 2000, o texto foi remetido ao Senado, onde sofreu modificações (PLC 3/2001). Dois anos depois, o projeto retornou à Câmara dos Deputados.
Em 2003, o então presidente Luiz Inácio Lula da Silva chegou a pedir a retirada do projeto, por discordar de suas propostas. Apesar de o requerimento não ter sido votado, a matéria pouco andou durante os governos do PT (2003-2016). Com o impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff, o projeto voltou a tramitar em dezembro do ano passado e, em meio a muita polêmica, foi aprovado na última quarta.

Compare as propostas sobre terceirização
PLC 30/2015 (texto original)
O que propõe o relator, senador Paulo Paim
PL 4302/1998 
(aprovado na Câmara)
Responsabilidade solidária entre a empresa contratante e a contratadaResponsabilidade solidária entre a empresa contratante e a contratadaResponsabilidade subsidiária entre a contratante e a contratada
O projeto não se aplica à terceirização na administração pública
O projeto não se aplica à terceirização na administração pública
Não há referência à aplicação da lei na administração pública
Permite terceirização para área meio e área fimPermite terceirização apenas para área meioPermite terceirização para área meio e área fim
Não trata de trabalho temporárioNão trata de trabalho temporárioAumenta o contrato temporário de três para até nove meses

 Agência Senado